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Patchwork

Numa noite com Tom Zé, Adélia Prado e Wood Allen me lembrei de quanto sou triste.
E quanto desejo sem força nos músculos poder deitar num mato virgem
sem ter medo de inseto.
Sempre quis ser assim, livre. Ter toda à sabedoria para poder me desfazer dela.
Há um ardor que chamam de frio e que me corta feito lança sangrando o centro do meu estômago.
Não quero mãos suadas, pés gelados e garganta enforcada!
Não quero saber de saber, que saber, o saber.
Quero o céu dos meus Currais brilhando sem parar a pilha.
Quero a presença calada de painho e sua alma sintonia "am".
Quero um ar que não me tome, me preencha.
Não sei decorar poesia, nem sei guardar a emoção pra requentar no
jantar. Vivo agora, e amanhã,(?) talvez.
O que não posso nunca, é esquecer das flores dos Ipês, que sempre brotarão
em minh´alma.
Na alma da minha mais linda amizade, na alma do meu filho, João.
Na memória do cheiro de sabote da roupa de mainha.
Segurança intra-uterina, patrocínio "lux luxo".
E assim sigo a noite me desfazendo em poucos retalhos.

Quiçá um dia uma linda colcha.



- Postado por: Delia ?s 20h47
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Dança das meninas.

Suas pernas, as minhas.
De menina doce à menino travesso
em segundos.
A música sem letra para nós
Os corpos ritmados em um colado
que não sei se meu, nem sei se seu.
Respiro, e sem perceber você entra em
mim.
É o cheiro, é o calor, é o pescoço, é o cabelo.
Meu rosto no seu .
Quase um segredo revelado.
Quase um medo exposto.
Quase (sem) querer.


Delia

- Postado por: Delia ?s 15h17
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