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Já fui flor da flor.

Hoje sou algo de lembranças e silêncios. Vírgulas entre reticências.

Sou aquela ferida por uma espada perfumada, de lavanda e sândalo.

Guardo caixas com papeis, laços de fitas, miniaturas, e meu coração.

Hoje falei coisas que guardava por noites e madrugadas.

Mas, não falei o essencial, este se diz por olhares.

E há muito já não a vejo.

Tenho pinturas nas retinas, vejo o mundo por seus pincéis.

Cores, dores, sonhos.

Eu nunca fui tão sensível, nunca tão inteligente, não pude entender.

Ver não me bastou.

Mas, a levarei para os tempos que virão. Farei outros poemas, beberei vinho.

 

Terei para sempre as caixas.



- Postado por: Delia ?s 13h06
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Quando não sonho.

 

Pobre de mim perdida entre tantas vidas.

Perdidas, histórias se cruzam sem que por inteiro,

possam tocar...

Cruzam no espaço, na terra, no chão e no sonho.

Mas,

Deram-me um nome. Nome de avó querida, lindo!

Deram-me um rosto, de menina, ainda.

Fiz 27 e nada sei.

Quero respostas!

E que venham em um velho disco de vinil,

encontrado na casa de meus pais, e guardado

para ser ouvido em um sábado (solitário) a tarde.

Quero perguntas!

Que sejam rudes, frustradas, desesperadas,

e purifiquem tudo, depois de lágrimas e poesias.

Quero o João explicando-me a simplicidade que esqueci.

É, pobre de mim perdida entre minha vida.

Acho que vivo em um filme de alguém.

Um filme clichê e um tanto parado.

Uma mistura “non sense” de México e França.

( em seus extremos)

Nunca soube “tomar as rédeas”

e acho que nunca soube exatamente o que isso significa.

(É como estar eternamente presa em um salão de dança

à mercê  de um dj com temperamento bipolar. )

As vezes sonho que tenho um vestido igual ao da Alice

(a do país...) só que vermelho com bolinhas brancas,

e estou sentada em um banco, num jardim,

onde nada acontece.

 

O que houve com os sonhos aéreos?

Era isso que  hoje eu mais queria...

Voar, voar, voar, voar.



- Postado por: Delia ?s 16h58
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